Para estimular o crescimento da massa muscular no animal (peixe, vaca, frango ou porco) os produtores usam antibióticos, enzimas, proteínas e vitaminas. Segundo os cientistas, essa prática, principalmente com antibióticos, pode provocar alergias e levar à resistência bacteriana em seres humanos. Mas quem trabalha com produção de alimentos de origem animal diz que não tem jeito: o setor é dependente de antibióticos. São aplicados por via intramuscular, subcutânea, oral (alimentação e água), tópica (pele e couro) e por infusões nas mamas ou no útero. Portanto, sempre há riscos de encontrar resíduos na carne, no leite e nos ovos.
Há dois meses causou polêmica a notícia de que o salmão de criadouros chilenos tinha uma concentração de antibióticos cerca de 350 vezes maior do que a encontrada no peixe de fornecedores noruegueses. No Brasil, existem medidas de controle de antimicrobianos em alimentos. Uma delas é o Programa de Análises de Drogas Veterinárias. Outra é o Plano Nacional de Controle de Resíduos em Produtos de Origem Animal.
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